Poemas & Modas Sertanejas de Viola simples , contando a simplicidade do Povo Sertanejo
quinta-feira, 4 de julho de 2019
Joguei a toalha – GERSON AMARO
Joguei a toalha – GERSON AMARO
Você me desfez
Achou que um trapo humano
Nunca me ouviu quando eu disse te amo
Você me usou , eu fui bobo demais
Cai na armadilha
Fui fraco assim como meu coração
Que se apaixonou só por uma ilusão
Agora esperto eu busco minha paz
Joguei a toalha
Desisto daquilo que nunca foi meu
Sei que na verdade que nunca fui seu
Você me usou e depois jogou fora
Joguei a toalha
Desisto de tudo, não quero mais nada
Foi uma armadilha a pior cilada
Agora sou eu que estou indo embora
Eu Joguei a toalha
Jamais acordei Gerson Amaro
Jamais acordei
Gerson Amaro
Era tudo brincadeira, até sonhar com você
Tentei de toda maneira, de você não perceber
Num bilhete me abri, e você me descobriu
E jamais eu esqueci, quando vi que então sorriu
Aquele sorriso pequeno, me enlouqueceu
Aquele cabelo moreno, me entorpeceu
Foi só um simples bilhete que eu te enviei
Hoje sonho todo dia, jamais acordei
Gerson Amaro
Era tudo brincadeira, até sonhar com você
Tentei de toda maneira, de você não perceber
Num bilhete me abri, e você me descobriu
E jamais eu esqueci, quando vi que então sorriu
Aquele sorriso pequeno, me enlouqueceu
Aquele cabelo moreno, me entorpeceu
Foi só um simples bilhete que eu te enviei
Hoje sonho todo dia, jamais acordei
quarta-feira, 3 de julho de 2019
PAGODE DO CONTRARIO – GERSON AMARO
PAGODE DO CONTRARIO – GERSON AMARO
O CONTRARIO HOJE EU CANTO
MAS DE UM JEITO DIFERENTE
SE FOSSE PRA SER IGUAL
NEM TOCAVA PARA FRENTE
QUEM DÁ RÉ É CARANGUEJO
QUE TEM MEDO DA SERPENTE
O VERSO DO INVERSO É TORTO
E O MEU PENSO ENTORTA A GENTE
TUDO JUNTO É SEPARADO
SEPARADO É TUDO JUNTO
JÁ VI MORTO SAIR VIVO
EM UM FILME DE DEFUNTO
TEM QUEM RI DE UMA DESGRAÇA
TEM QUE MUDA DE ASSUNTO
DO JEITO QUE A BANDA TOCA
ACOMPANHO O PRESUNTO
O CONTRARIO HOJE EU CANTO
MAS DE UM JEITO DIFERENTE
SE FOSSE PRA SER IGUAL
NEM TOCAVA PARA FRENTE
QUEM DÁ RÉ É CARANGUEJO
QUE TEM MEDO DA SERPENTE
O VERSO DO INVERSO É TORTO
E O MEU PENSO ENTORTA A GENTE
EU BOTO A MINHA CALÇA
EU CALÇO A MINHA BOTA
NO CONTRARIO DO AVESSO
O AVESSO NUNCA DESBOTA
TEM QUM RI DE UMA TRISTEZA
OUTROS CHORAM NA ANEDOTA
É COMEÇO DO FIM
VENCER COM UMA DERROTA
O CONTRARIO HOJE EU CANTO
MAS DE UM JEITO DIFERENTE
SE FOSSE PRA SER IGUAL
NEM TOCAVA PARA FRENTE
QUEM DÁ RÉ É CARANGUEJO
QUE TEM MEDO DA SERPENTE
O VERSO DO INVERSO É TORTO
E O MEU PENSO ENTORTA A GENTE
O FEIO É TÃO BONITO
QUANDO O AMOR ACONTECE
O AMOR É UMA COISA BOA
MAS NELE TEM QUEM PADECE
TEM QUEM NÃO LEMBRA LEMBRANÇA
TEM GENTE QUE NUNCA ESQUECE
MEU PAGODE FALA ALTO
QUEM ESCUTA EMUDECE
O CONTRARIO HOJE EU CANTO
MAS DE UM JEITO DIFERENTE
SE FOSSE PRA SER IGUAL
NEM TOCAVA PARA FRENTE
QUEM DÁ RÉ É CARANGUEJO
QUE TEM MEDO DA SERPENTE
O VERSO DO INVERSO É TORTO
E O MEU PENSO ENTORTA A GENTE
O CONTRARIO HOJE EU CANTO
MAS DE UM JEITO DIFERENTE
SE FOSSE PRA SER IGUAL
NEM TOCAVA PARA FRENTE
QUEM DÁ RÉ É CARANGUEJO
QUE TEM MEDO DA SERPENTE
O VERSO DO INVERSO É TORTO
E O MEU PENSO ENTORTA A GENTE
TUDO JUNTO É SEPARADO
SEPARADO É TUDO JUNTO
JÁ VI MORTO SAIR VIVO
EM UM FILME DE DEFUNTO
TEM QUEM RI DE UMA DESGRAÇA
TEM QUE MUDA DE ASSUNTO
DO JEITO QUE A BANDA TOCA
ACOMPANHO O PRESUNTO
O CONTRARIO HOJE EU CANTO
MAS DE UM JEITO DIFERENTE
SE FOSSE PRA SER IGUAL
NEM TOCAVA PARA FRENTE
QUEM DÁ RÉ É CARANGUEJO
QUE TEM MEDO DA SERPENTE
O VERSO DO INVERSO É TORTO
E O MEU PENSO ENTORTA A GENTE
EU BOTO A MINHA CALÇA
EU CALÇO A MINHA BOTA
NO CONTRARIO DO AVESSO
O AVESSO NUNCA DESBOTA
TEM QUM RI DE UMA TRISTEZA
OUTROS CHORAM NA ANEDOTA
É COMEÇO DO FIM
VENCER COM UMA DERROTA
O CONTRARIO HOJE EU CANTO
MAS DE UM JEITO DIFERENTE
SE FOSSE PRA SER IGUAL
NEM TOCAVA PARA FRENTE
QUEM DÁ RÉ É CARANGUEJO
QUE TEM MEDO DA SERPENTE
O VERSO DO INVERSO É TORTO
E O MEU PENSO ENTORTA A GENTE
O FEIO É TÃO BONITO
QUANDO O AMOR ACONTECE
O AMOR É UMA COISA BOA
MAS NELE TEM QUEM PADECE
TEM QUEM NÃO LEMBRA LEMBRANÇA
TEM GENTE QUE NUNCA ESQUECE
MEU PAGODE FALA ALTO
QUEM ESCUTA EMUDECE
O CONTRARIO HOJE EU CANTO
MAS DE UM JEITO DIFERENTE
SE FOSSE PRA SER IGUAL
NEM TOCAVA PARA FRENTE
QUEM DÁ RÉ É CARANGUEJO
QUE TEM MEDO DA SERPENTE
O VERSO DO INVERSO É TORTO
E O MEU PENSO ENTORTA A GENTE
segunda-feira, 1 de julho de 2019
PONTEANDO PRA JESUS Gerson Amaro
PONTEANDO PRA JESUS
Gerson Amaro
A viola sempre chora
Mas hoje é diferente
A viola acompanha
A tristeza aqui da gente
O ponteado é sentido
Hoje ela não consola
Ela chora aqui comigo
Partiu pro céu meu amigo
Fabricante de viola
Deus do céu te arreceba
Meu amigo , meu caipira
Que seja de serventia
Fabricando harpa e lira
A viola sertaneja
Te diz muito obrigado
O seu dom foi tão divino
Fabricar foi seu destino
Instrumento tão sagrado
As violas que ficaram
Fabricadas por sua mão
Que seja o ponteado
O som do seu coração
São Gonçalo lá no céu
Te Conduza para luz
Saudades a gente sente
Descanse eternamente
Ponteando pra Jesus
Gerson Amaro
A viola sempre chora
Mas hoje é diferente
A viola acompanha
A tristeza aqui da gente
O ponteado é sentido
Hoje ela não consola
Ela chora aqui comigo
Partiu pro céu meu amigo
Fabricante de viola
Deus do céu te arreceba
Meu amigo , meu caipira
Que seja de serventia
Fabricando harpa e lira
A viola sertaneja
Te diz muito obrigado
O seu dom foi tão divino
Fabricar foi seu destino
Instrumento tão sagrado
As violas que ficaram
Fabricadas por sua mão
Que seja o ponteado
O som do seu coração
São Gonçalo lá no céu
Te Conduza para luz
Saudades a gente sente
Descanse eternamente
Ponteando pra Jesus
quinta-feira, 27 de junho de 2019
O POETA E SEU POEMA – Gerson Amaro/ Luiz Borges
O POETA E SEU POEMA – Gerson Amaro/ Luiz Borges
Ninguém é mais que ninguém
Se acaso lhe convêm
Hoje quero prosear
Já rodei o mundo inteiro
Nesta vida de violeiro
Hoje eu quero é cantar
Trabalhei a vida inteira
E achei uma parceira
hoje eu vivo feliz
Vou levando minha viola
A minha vida me controla
Do jeito que eu sempre quis
Hoje levo a viola
E ela leva eu também
A vida tem seus problemas
E o poeta seu poema
Sempre rima com amem
Já morei de aluguel
O meu teto foi o céu
Muitas vezes mal dormi
Tive frio de solidão
E o calor do coração
Me trouxe até aqui
Minha casa tão quentinha
Hoje esquento na cozinha
Pela taipa do fogão
O mundo sempre girando
E Deus vai sempre encaixando
Na melhor das intenção
Hoje levo a viola
E ela leva eu também
A vida tem seus problemas
E o poeta seu poema
Sempre rima com amem
De a pé fui pro serviço
Já pensei em sacrifício
Mas eu nunca reclamei
Comprei carro até usado
E até financiado
E assim aqui cheguei
Muitas vezes pelo posto
O dinheiro e o seu gosto
Me faltava pra andar
Gasolina era caro
O armoço era raro
Mas a fome não passei
Hoje levo a viola
E ela leva eu também
A vida tem seus problemas
E o poeta seu poema
Sempre rima com amem
No mercado a vontade
Minha compra só metade
Até isso eu comprei
O inteiro de uma vida
Sempre vai ser toda lida
Mas assim eu caminhei
Hoje não me falta nada
Eu cumpri minha jornada
E ninguém atropelei
Deus é justo e fiel
Se um dia for ao céu
Foi porque acreditei
Hoje levo a viola
E ela leva eu também
A vida tem seus problemas
E o poeta seu poema
Sempre rima com amem
Ninguém é mais que ninguém
Se acaso lhe convêm
Hoje quero prosear
Já rodei o mundo inteiro
Nesta vida de violeiro
Hoje eu quero é cantar
Trabalhei a vida inteira
E achei uma parceira
hoje eu vivo feliz
Vou levando minha viola
A minha vida me controla
Do jeito que eu sempre quis
Hoje levo a viola
E ela leva eu também
A vida tem seus problemas
E o poeta seu poema
Sempre rima com amem
Já morei de aluguel
O meu teto foi o céu
Muitas vezes mal dormi
Tive frio de solidão
E o calor do coração
Me trouxe até aqui
Minha casa tão quentinha
Hoje esquento na cozinha
Pela taipa do fogão
O mundo sempre girando
E Deus vai sempre encaixando
Na melhor das intenção
Hoje levo a viola
E ela leva eu também
A vida tem seus problemas
E o poeta seu poema
Sempre rima com amem
De a pé fui pro serviço
Já pensei em sacrifício
Mas eu nunca reclamei
Comprei carro até usado
E até financiado
E assim aqui cheguei
Muitas vezes pelo posto
O dinheiro e o seu gosto
Me faltava pra andar
Gasolina era caro
O armoço era raro
Mas a fome não passei
Hoje levo a viola
E ela leva eu também
A vida tem seus problemas
E o poeta seu poema
Sempre rima com amem
No mercado a vontade
Minha compra só metade
Até isso eu comprei
O inteiro de uma vida
Sempre vai ser toda lida
Mas assim eu caminhei
Hoje não me falta nada
Eu cumpri minha jornada
E ninguém atropelei
Deus é justo e fiel
Se um dia for ao céu
Foi porque acreditei
Hoje levo a viola
E ela leva eu também
A vida tem seus problemas
E o poeta seu poema
Sempre rima com amem
terça-feira, 25 de junho de 2019
Nova Florada ( versão 2 ) Gerson Amaro
Nova Florada ( versão 2 )
Gerson Amaro
Mês de setembro para mim é mais doído
Flores saindo e perfume pelo ar
A primavera do café já vai surgindo
E vai florindo , o meu peito vai brotar
Sinto o cheiro em minha mente invadindo
Logo imagino , eu preciso escrevinhar
Pois na caneta volto a ser só um menino
Mas meu destino na cidade faz chorar
Feito o cheiro, o café vem me lembrando
Nois se ajuntando , Fenemê pra nos levar
Numa tocada devagar ia chegando
Povo enturmando para modi prosear
Julho e Agosto a colheita terminando
Me emocionando,gosto muito de alembrar
Devagarzinho as florzinhas iam acordando
O sol chegando , o café volta acordar
A bóia é fria , mas a boca era quente
Hoje o presente faz passado retornar
Quem sabe um dia num futuro pela frente
Volto pra sempre, pra florada contemplar
Um cafezinho hoje muito inocente
Na minha mente, fez a moda eu cantar
Sempre em setembro, o floreio é contente
Peito da gente , vai pra sempre florear
A florada do meu peito Gerson Amaro
A florada do meu peito
Gerson Amaro
Mês de setembro para mim é mais doído
Flores saindo e perfume pelo ar
A primavera do café já vai saindo
E vai florindo , no meu peito vai brotar
Sinto o cheiro da florada floreando
Imaginando o passado , vou cantar
Aqui na roça passo um tempo só no ano
E vou chorando pra cidade soluçar
Uma lembrança que jamais vou esquecer
Um fenemê indo agente então buscar
Numa tocada devagar ia o possante
Era o instante de agente prosear
Fim de colheita , mês de julho e agosto
Com muito gosto, gosto muito de alembrar
Devagarzinho as florzinhas iam surgindo
Não mais dormindo, o café vai acordar
A bóia é fria , mas a boca era quente
Hoje o presente faz passado retornar
Quem sabe um dia num futuro pela frente
Volto pra sempre pra florada contemplar
Um cafezinho hoje fez a minha lembrança
Mas a herança pra sempre eu vou levar
Sempre em setembro a florada no meu peito
Não vai ter jeito ,pra sempre irá florar
Gerson Amaro
Mês de setembro para mim é mais doído
Flores saindo e perfume pelo ar
A primavera do café já vai saindo
E vai florindo , no meu peito vai brotar
Sinto o cheiro da florada floreando
Imaginando o passado , vou cantar
Aqui na roça passo um tempo só no ano
E vou chorando pra cidade soluçar
Uma lembrança que jamais vou esquecer
Um fenemê indo agente então buscar
Numa tocada devagar ia o possante
Era o instante de agente prosear
Fim de colheita , mês de julho e agosto
Com muito gosto, gosto muito de alembrar
Devagarzinho as florzinhas iam surgindo
Não mais dormindo, o café vai acordar
A bóia é fria , mas a boca era quente
Hoje o presente faz passado retornar
Quem sabe um dia num futuro pela frente
Volto pra sempre pra florada contemplar
Um cafezinho hoje fez a minha lembrança
Mas a herança pra sempre eu vou levar
Sempre em setembro a florada no meu peito
Não vai ter jeito ,pra sempre irá florar
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