PONTEIO SEM FIM - GERSON AMARO - VALSEADO
AMIGOS EU NÃO CHORO MAIS
A VIOLA VAI CHORAR POR MIM
COM ELA ENTÃO CHORAREI
UM PONTEIO QUE NÃO VAI TER FIM
AMIGO ENTÃO QUANDO OUVIR
MEU PONTEIO COM MINHA VIOLA
SAIBA QUE SEU AMIGO AINDA SOFRE
MAS DENTRO O MEU CORAÇÃO CHORA
MEU PONTEIO SERA DE SAUDADE
POR VONTADE DE SER MAIS FELIZ
DE QUE ADIANTA CHORAR POR AMOR?
POR AQUELA QUE NUNCA ME QUIS
VAI ME VER PONTEANDO A VIOLA
PELOS BARES E TODOS OS CANTOS
MEU PONTEIO SERA A RAZÃO
DE NÃO VER SEU AMIGO AOS PRANTOS
Poemas & Modas Sertanejas de Viola simples , contando a simplicidade do Povo Sertanejo
segunda-feira, 31 de julho de 2017
sexta-feira, 28 de julho de 2017
BILHETE ESCONDIDO - GERSON AMARO
BILHETE ESCONDIDO - GERSON AMARO
Quarenta anos morando pela fazenda
Meu amigo me entenda, eu tive que me mudar.
A propriedade, foi vendida repassada
Vai virar uma invernada, café não vai mais florar
Nesta mudança separei toda mobília,
Eu não tinha mais família, pouca roupa pra juntar
E foi então, que achei bem escondido.
Em um terno esquecido, uma carta a lamentar.
E nesta carta, lacrada com a saudade.
Eu abri só a metade, e então eu pude ler.
Era um pedido de desculpas de meu filho
’Pai aqui eu me humilho, que saudades de lhe ver’’
Esse meu filho, por causa de amizade.
Tinha feito uma maldade, que jamais pude esquecer.
Tinha vendido sem a minha permissão
Meu cavalo que era bão, em matéria de correr
Aquela venda do cavalo de corrida
Balançou a minha vida, e uma briga se formou.
Ele bem novo, também ficou magoado.
Com orgulho bem manchado, da minha casa separou.
Passou os anos e agora em minha frente
Um simples de um bilhete, que meu filho me deixou.
Com a caneta bem marcada em seus planos
A data de vinte anos, que a carta escrevinhou.
Hoje não sei onde o meu filho mora
Juro por Nossa Senhora, que claro que perdoei.
Se estiver vendo esta letra bem cantada
E esta rima bem rimada, foi eu quem escrevinhei
Estou morando ainda na nossa Gralha
Na rua Chapéu de Palha numero quarenta e três
Filho querido por favor perdoe o pai
Eu só não corri atrás, pois seu bilhete não achei
Quarenta anos morando pela fazenda
Meu amigo me entenda, eu tive que me mudar.
A propriedade, foi vendida repassada
Vai virar uma invernada, café não vai mais florar
Nesta mudança separei toda mobília,
Eu não tinha mais família, pouca roupa pra juntar
E foi então, que achei bem escondido.
Em um terno esquecido, uma carta a lamentar.
E nesta carta, lacrada com a saudade.
Eu abri só a metade, e então eu pude ler.
Era um pedido de desculpas de meu filho
’Pai aqui eu me humilho, que saudades de lhe ver’’
Esse meu filho, por causa de amizade.
Tinha feito uma maldade, que jamais pude esquecer.
Tinha vendido sem a minha permissão
Meu cavalo que era bão, em matéria de correr
Aquela venda do cavalo de corrida
Balançou a minha vida, e uma briga se formou.
Ele bem novo, também ficou magoado.
Com orgulho bem manchado, da minha casa separou.
Passou os anos e agora em minha frente
Um simples de um bilhete, que meu filho me deixou.
Com a caneta bem marcada em seus planos
A data de vinte anos, que a carta escrevinhou.
Hoje não sei onde o meu filho mora
Juro por Nossa Senhora, que claro que perdoei.
Se estiver vendo esta letra bem cantada
E esta rima bem rimada, foi eu quem escrevinhei
Estou morando ainda na nossa Gralha
Na rua Chapéu de Palha numero quarenta e três
Filho querido por favor perdoe o pai
Eu só não corri atrás, pois seu bilhete não achei
quinta-feira, 27 de julho de 2017
NINGUÉM CALA - Gerson Amaro
NINGUÉM CALA - Gerson Amaro - PAGODE
Sou pequeno neste mundo
Nunca amei a tar grandeza
Já fui um rei sem coroa
Nunca quis ser realeza
A cobiça e a inveja
Acontece é na riqueza
O mal a gente repele
A cobra muda de pele,
Mas não muda a natureza
Meu chapéu não é coroa
Mas eu honro a sua aba
Por mais que o sol se esforce
Na sua sombra ele desaba
Eu visto a humildade
Ter fama não me agrada
A navalha perde o fio
Até a glória do rio
Um dia no mar se acaba
Eu acredito na lei
Mas tem quem não acredite
Tenho medo é do juiz
É quem manda e decide
Advogado é a fome
Que repele o apetite
É uma pedra no sapato
Mas é na falta do gato
Que o rato perde o limite
Corrupção neste mundo
É doença que arrepia
O rico leva vantagem
Antes sempre, que tardia.
Natureza da riqueza
É tratar com covardia
Meu pagode ninguém cala
Mas quando o dinheiro fala
Sou pequeno neste mundo
Nunca amei a tar grandeza
Já fui um rei sem coroa
Nunca quis ser realeza
A cobiça e a inveja
Acontece é na riqueza
O mal a gente repele
A cobra muda de pele,
Mas não muda a natureza
Meu chapéu não é coroa
Mas eu honro a sua aba
Por mais que o sol se esforce
Na sua sombra ele desaba
Eu visto a humildade
Ter fama não me agrada
A navalha perde o fio
Até a glória do rio
Um dia no mar se acaba
Eu acredito na lei
Mas tem quem não acredite
Tenho medo é do juiz
É quem manda e decide
Advogado é a fome
Que repele o apetite
É uma pedra no sapato
Mas é na falta do gato
Que o rato perde o limite
Corrupção neste mundo
É doença que arrepia
O rico leva vantagem
Antes sempre, que tardia.
Natureza da riqueza
É tratar com covardia
Meu pagode ninguém cala
Mas quando o dinheiro fala
A majestade silencia
terça-feira, 25 de julho de 2017
UM PEDAÇO DE EMOÇÃO - Gerson amaro
UM PEDAÇO DE EMOÇÃO - Gerson amaro
UM PEDAÇO DA HOLANDA
TEM AQUI NO MEU BRASIL
ONDE FLOREIA O AMOR
COM SEU AR PRIMAVERIL
AS FLORES COM SUAS CORES
JUNTO A ESTE CÉU DE ANIL
É PERFEITA PRIMAVERA
ME PROVOCA UM ARREPIO
UM MOINHO TE RECEBE
UM PEDAÇO DE EMOÇÃO
UNIÃO ENTÃO PROCEDE
DENTRO DE MEU CORAÇÃO
OS POVOS SÃO MAIS UNIDOS
COMO RIMAS DE UM REFRÃO
AS LUTAS E DESAFIOS
DE UM POVO E UMA NAÇÃO
O BRASIL TEM A HOLANDA
NUM PEDAÇO DE AMOR
QUEM CONHECEU ESTA TERRA
A SAUDADE É SEU SABOR
HOLAMBRA É A CIDADE
HUMILDADE DE UMA FLOR
RECEBA A HOMENAGEM
NESTES VERSOS DO CANTOR
O milagre do motoqueiro Gerson Amaro
O milagre do motoqueiro Gerson Amaro
Conto agora um milagre, quem aqui que acredita?
Sou devoto de uma Santa, minha Mãe negra bendita
Depois da trindade Santa , é a minha preferida
Eu não conto com a sorte, com minha fé sou bem mais forte.
Mãe Negra de Aparecida
Eu voltava do trabalho, trabalhei o dia inteiro.
Dirigia minha moto, sempre fui bom motoqueiro.
Mas ao fazer uma curva, um amigo caminhoneiro.
Minha moto derrubava ,com suas rodas me arrastava.
Era este o desespero
Eu pensei então na morte , que tinha chegado a hora
Valei-me minha mãezinha, minha mãe NOSSA SENHORA
Rogai por nos pecadores, e rogai por mim agora
Então vi meu capacete, amassado em minha frente.
E eu do lado sem a piora
Levei o meu capacete, totalmente amassado
É na sala dos milagres que ele fica destacado
Um milagre e uma Santa , testemunho aqui contado
Mãe dos pobres sofredores, mão dos ricos e doutores.
Minha Mãe muito obrigado
Conto agora um milagre, quem aqui que acredita?
Sou devoto de uma Santa, minha Mãe negra bendita
Depois da trindade Santa , é a minha preferida
Eu não conto com a sorte, com minha fé sou bem mais forte.
Mãe Negra de Aparecida
Eu voltava do trabalho, trabalhei o dia inteiro.
Dirigia minha moto, sempre fui bom motoqueiro.
Mas ao fazer uma curva, um amigo caminhoneiro.
Minha moto derrubava ,com suas rodas me arrastava.
Era este o desespero
Eu pensei então na morte , que tinha chegado a hora
Valei-me minha mãezinha, minha mãe NOSSA SENHORA
Rogai por nos pecadores, e rogai por mim agora
Então vi meu capacete, amassado em minha frente.
E eu do lado sem a piora
Levei o meu capacete, totalmente amassado
É na sala dos milagres que ele fica destacado
Um milagre e uma Santa , testemunho aqui contado
Mãe dos pobres sofredores, mão dos ricos e doutores.
Minha Mãe muito obrigado
segunda-feira, 24 de julho de 2017
INICIO E FIM - GERSON AMARO
INICIO E FIM - GERSON AMARO
DEUS É MEU POETA ,SOU SÓ UM CAIPIRA
É DEUS QUE INSPIRA , O MEU CORAÇÃO
SOU SÓ INSTRUMENTO, PEQUENO OBJETO.
DEUS ESCREVE CERTO , COM SUA RETIDÃO
O GRANDE POETA , O REI DA ESCRITA
NO LIVRO DA VIDA, ESCREVEU COM SUA MÃO
‘’BEM AVENTURADO TODOS QUE SEMEIAM
OS POBRES SOFRIDOS QUE TANTO ANSEIAM
A VINDA DE CRISTO E SUA SALVAÇÃO’’
’MINHA VIDA TÃO SIMPLES É SÓ UM PAPEL
QUE DEUS LÁ DO CÉU, PREPARA O REFRÃO.
SÃO VERSOS, ESTROFES, TRISTEZA E ALEGRIA
A GRANDE POESIA É A MINHA PROVAÇÃO.
AQUI EU ENTENDO O GRANDE POETA
QUEM SEMPRE ACERTA, COM SUA LIÇÃO.
‘’MEU FILHO CORAGEM, POIS VENCI O MUNDO.
NA HORA DA DOR RESPIRE PROFUNDO
MESMO EU CONTIGO TERÁS AFLIÇÃO
AS LETRAS QUE ESCREVO DE TODO ALFABETO
EM LIVRO ABERTO SE TORNA ENTÃO
ASSIM É MINHA VIDA, NÃO TENHO VERGONHA
VENENO E PEÇONHA É A INGRATIDÃO
ASSUMO SEM MEDO , NA RIMAS E VERSOS
ASSIM EU CONVERSO SIM SOU CRISTÃO
NÃO NEGUE SUA FÉ E NUNCA A ESCONDA
POIS DEUS INFINITO É ALFA E O OMEGA
INICIO E FIM DE MINHA CANÇÃO
DEUS É MEU POETA ,SOU SÓ UM CAIPIRA
É DEUS QUE INSPIRA , O MEU CORAÇÃO
SOU SÓ INSTRUMENTO, PEQUENO OBJETO.
DEUS ESCREVE CERTO , COM SUA RETIDÃO
O GRANDE POETA , O REI DA ESCRITA
NO LIVRO DA VIDA, ESCREVEU COM SUA MÃO
‘’BEM AVENTURADO TODOS QUE SEMEIAM
OS POBRES SOFRIDOS QUE TANTO ANSEIAM
A VINDA DE CRISTO E SUA SALVAÇÃO’’
’MINHA VIDA TÃO SIMPLES É SÓ UM PAPEL
QUE DEUS LÁ DO CÉU, PREPARA O REFRÃO.
SÃO VERSOS, ESTROFES, TRISTEZA E ALEGRIA
A GRANDE POESIA É A MINHA PROVAÇÃO.
AQUI EU ENTENDO O GRANDE POETA
QUEM SEMPRE ACERTA, COM SUA LIÇÃO.
‘’MEU FILHO CORAGEM, POIS VENCI O MUNDO.
NA HORA DA DOR RESPIRE PROFUNDO
MESMO EU CONTIGO TERÁS AFLIÇÃO
AS LETRAS QUE ESCREVO DE TODO ALFABETO
EM LIVRO ABERTO SE TORNA ENTÃO
ASSIM É MINHA VIDA, NÃO TENHO VERGONHA
VENENO E PEÇONHA É A INGRATIDÃO
ASSUMO SEM MEDO , NA RIMAS E VERSOS
ASSIM EU CONVERSO SIM SOU CRISTÃO
NÃO NEGUE SUA FÉ E NUNCA A ESCONDA
POIS DEUS INFINITO É ALFA E O OMEGA
INICIO E FIM DE MINHA CANÇÃO
quinta-feira, 20 de julho de 2017
Doença sem cura (GERSON AMARO)
Doença sem cura (GERSON AMARO)
Eu tenho muito bem guardado um diploma dobrado numa mala verde
Não é que eu não me orgulhe , quem sabe o pendure ,em uma parede
Acontece que o diploma , não diz qual é minha verdade
Eu estudei pra medicina ,mas a minha sina é ser outra metade
Sim eu sou doutor formado , muito dedicado com meus pacientes
Mas tenho uma outra vontade , a outra metade no inteiro da mente
Claro que eu estudei , com esforço de meus pais
E como sou agradecido , sou doutor querido em Minas Gerais
Minha metade sou doutor, curo sempre a dor de muitas pessoas.
Mas tenho dentro de meu peito , cinquenta por cento de outras coisas boas
Na vida sempre fui roceiro , um doutor com a carroça
Essa saudade ainda perdura , doença sem cura é a saudade da roça
Eu tenho muito bem guardado um diploma dobrado numa mala verde
Não é que eu não me orgulhe , quem sabe o pendure ,em uma parede
Acontece que o diploma , não diz qual é minha verdade
Eu estudei pra medicina ,mas a minha sina é ser outra metade
Sim eu sou doutor formado , muito dedicado com meus pacientes
Mas tenho uma outra vontade , a outra metade no inteiro da mente
Claro que eu estudei , com esforço de meus pais
E como sou agradecido , sou doutor querido em Minas Gerais
Minha metade sou doutor, curo sempre a dor de muitas pessoas.
Mas tenho dentro de meu peito , cinquenta por cento de outras coisas boas
Na vida sempre fui roceiro , um doutor com a carroça
Essa saudade ainda perdura , doença sem cura é a saudade da roça
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